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CS:GO: EliGE sugere mudanças na economia e duração das partidas

As férias dos jogadores de CS:GO mal começaram e os debates nos bastidores já surgiram. Jonathan ‘EliGE’ Jablonowski, rifler da Team Liquid, utilizou o seu Twitter para “conversar” com a Valve, dona do FPS e fazer algumas exigências.

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Sem entrar muito em detalhes, o americano fez um post sugerindo para empresa algumas mudanças no jogo. Para EliGE, o lado terrorista está em vantagem com o atual modelo de economia das partidas competitivas. Além disso, o player da Liquid também falou duração das partidas, que ao seu ver estão muito longas.

“Espero que a Valve esteja pensando em algumas boas mudanças na economia do jogo durante esta pausa para que o lado TR simplesmente não seja tão insano. Além disso, as partidas não podem ser tão longas”, disse EliGE.

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O tema já foi debatido um tempo atrás no cenário. Em 2020, o The Clutch noticiou sobre a opinião de pessoas importantes do CS:GO em relação à duração dos jogos. Tomi “lurppis” Konaven, manager da Immortals, e o comentarista e ex-profissional do FPS Jacob “Pimp” Winneche, também defenderam a diminuição no número de rounds.

“É mais difícil ter mais de 3 horas disponíveis para uma partida do que encontrar 1-2 horas para se comprometer com uma. E é menos interessante assistir sabendo que não conseguirá terminar a partida inteira, o que significa que menos pessoas irão sintonizar em primeiro lugar”, disse lurppis.

“Se você não consegue assistir a uma partida inteira, você talvez perca o contexto da partida ou não saiba as histórias que a tornaram significativa. Como resultado, você pode achar o conteúdo menos atraente no geral”, complementou o manager.

Já para Pimp, a solução é adotar o sistema MR12, o mesmo utilizado em VALORANT. Assim, a equipe que fizer 13 rounds primeiro é a vencedora.

“Quanto mais eu assisto Counter-Strike profissional, mais estou convencido que MR12 é mais do que suficiente para determinar qual time é o melhor. MR15 não é mais necessário com o atual sistema de economia”, afirmou o ex-jogador.

Lukas “gla1ve” Rossander, capitão da Astralis, também se mostrou a favor da ideia na época, citando que jogos MD3 podem durar até cinco horas.

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