Saúde

Você sabia que a espiritualidade pode reduzir o risco de morte por doenças em até 30%?

O termo espiritualidade neste contexto não se refere apenas à religião, mas abrange a forma com que o indivíduo enxerga a si próprio e o mundo que o cerca, à prática do bem, pensamentos otimistas, à busca de um propósito maior na vida, ao desenvolvimento de suas crenças, seus valores morais, mentais e emocionais, sentir algo que vai além e transcende a si mesmo.

Muitos ateus e agnósticos, inclusive, embora incertos sobre a existência de Deus, exercem essa filosofia ou religiosidade.

Centenas de estudos comprovam que a prática de atividades religiosas, sejam elas quais forem, contribuiu para reduzir o risco de morte por infarto, AVC, câncer, além de reduzir a carga viral em pacientes com HIV.

Nenhum médico tem dúvida que aquele paciente que acredita no seu tratamento apresenta melhor prognóstico ou chance de cura.

Se o poder da mente não fosse tão importante nem tivesse influência sobre o resultado do tratamento, os melhores estudos científicos para testar a eficácia de um medicamento não seriam duplo-cegos, ou seja, estudo no qual o examinador nem o examinado sabem quem está tomando o remédio a ser testado e quem está tomando o placebo (medicação sem efeito).

O poder da fé vai ainda mais além, conforme comprovam muitos estudos, pacientes que receberam prece, sem saber, apresentaram melhor evolução da doença em comparação aos que não receberam.

Portanto cabe ao profissional da saúde utilizar-se de toda tecnologia, pesquisa e estudo que a ciência oferece no processo terapêutico, sem desconsiderar a religião do paciente, a qual pode ser essencial na sua cura.

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Dr. Rafael Porto

Dr. Rafael Porto, CRM 145.690. Cardiologista Ortomolecular, título de especialista em Cardiologia e Pós-graduado em Prática Ortomolecular (lato sensu).

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