Esporte

Morte de Maradona joga luz sobre conflitos com filhas e ex-mulheres

A morte do ícone do futebol argentino Diego Maradona jogou luz sobre os conflitos entre as filhas, ex-mulheres e ex-namoradas do jogador —que já haviam entrado em evidência com sua internação, no início do mês.

As filhas mais velhas do ex-jogador, Giannina e Dalma, reclamam há anos dos assessores, dirigentes de futebol e outras pessoas do entorno do pai, a quem acusam de levá-lo a eventos sociais sem ter a preocupação de controlar sua ingestão de álcool.

Quando Maradona foi internado, ambas publicaram em redes sociais críticas a uma festa de comemoração de seus 60 anos, feita em plena pandemia. Nela, o jogador caminhava com dificuldade e apenas balbuciava. Poucos dias depois, estava no hospital.

A mãe de suas duas filhas, Claudia Villafañe, a quem Maradona chamava de “grande amor” de sua vida, estava afastada do ex-jogador havia anos, que a acusou de ter desviado parte de seu dinheiro. Ambos foram à Justiça, mas Villafañe foi absolvida. Eles foram casados entre 1989 e 2003.

Maradona acusou outra ex-namorada, Rocío Oliva, de ter roubado relógios, jóias e um total de US$ 400 mil (R$ 2,1 bilhão) em dinheiro da casa em que viveram juntos nos Emirados Árabes. Oliva chegou a ser presa, mas depois de absolvida acusou Maradona de violência doméstica e divulgou vídeos de supostas agressões, que viralizaram em redes sociais. O caso acabou com um acordo entre ambos. Em junho, negou que ele tenha sido violento com ela.

O craque ainda teve outros romances turbulentos. Em 2013, teve um filho chamado Diego Fernando com Veronica Ojeda, a quem só reconheceu depois de longa batalha judicial.

É o segundo filho a herdar o nome do pai: em 1986, nasceu Diego Junior, fruto de uma relação com a italiana Cristina Sinagra, que também teve de brigar na Justiça para que o garoto fosse reconhecido.

O mesmo aconteceu com sua filha Jana, cuja mãe é a argentina Valeria Sabalain. Nascida em 1996, foi reconhecida apenas em 2013, após longa disputa judicial.

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