Economia

Folha bate recorde de audiência pelo segundo mês seguido com coronavírus

A Folha atingiu novos recordes de audiência em abril com a cobertura da pandemia de coronavírus e da crise política no governo Jair Bolsonaro.

No mês passado, 73,8 milhões de usuários únicos acessaram o site do jornal, acima do pico anterior de 69,8 milhões, obtido em março.

Outro recorde refere-se ao número de visitas, que chegou a 176,9 milhões, superando o registrado em outubro de 2018, mês das últimas eleições (164,8 milhões).

Os dados da Folha são registrados pela ferramenta Google Analytcs 360.

Já o número de visualizações de páginas, que indica quanto foi consumido pelos visitantes, chegou a 428,4 milhões nas plataformas digitais –o recorde, também de outubro de 2018, é de 471 milhões de acessos.

“O interesse pela informação confiável tem sido visto não apenas na audiência, seguidamente alta nas métricas diárias, mas no interesse em apoiar e assinar o jornalismo profissional”, diz Sérgio Dávila, diretor de Redação do jornal.

Diferentemente de março, quando as notícias da Covid-19 dominaram a atenção dos leitores, em abril o noticiário deu espaço para mais uma crise política no governo.

A Folha foi o primeiro veículo a publicar, no dia 23, o pedido de demissão de Sergio Moro do Ministério da Justiça, fato confirmado no dia seguinte.

Na ocasião, políticos, blogueiros e militantes bolsonaristas acusaram o jornal de fake news nas redes sociais. Foram todos respondidos –o post inicial da thread tornou-se o mais retuitado da história da Folha no Twitter.

O furo de reportagem, assinado pelo diretor da Sucursal de Brasília, Leandro Colon, resultou na notícia a mais lida do mês. No topo do ranking, ela dividiu espaço com outras narrativas acerca do presidente.

E em meio ao aumento do número de mortos pelo coronavírus no Brasil, a Redação, que tem trabalhado de casa na quarentena, manteve a cobertura da pandemia com análises e dados exclusivos.

Reportagem do DeltaFolha, por exemplo, mostrou que com a aceleração dos casos de Covid-19, o Brasil tem tendência pior que Itália, Espanha e EUA.

Para contar aos leitores o que acontece dentro dos hospitais, os repórteres Patrícia Campos Mello e Eduardo Anizelli passaram três dias na unidade de terapia intensiva do Instituto Emílio Ribas, em São Paulo. Centro de referência no tratamento de doenças infecciosas, o instituto está na linha de frente do combate ao novo coronavírus.

Em outra série especial, com capítulos novos a cada semana, Dhiego Maia e Karime Xavier mostram o trabalho de garis, motoristas, zeladores e entregadores, entre outros, os chamados Essenciais, profissionais que continuam nas ruas para que o paulistano possa estar em casa.

Nesse grupo, médicos e profissionais da saúde, que motivaram em abril a criação da Folhamed, plano de assinatura com seis meses gratuitos de acesso à versão digital da Folha.

Todo o conteúdo de utilidade pública produzido, que ajuda o dia a dia dos brasileiros, com serviços sobre o auxílio emergencial, dúvidas práticas de saúde (veja a lista), desmentidos de fake news, continuam disponibilizados gratuitamente, fora do paywall (sistema que restringe a leitura de usuários não-assinantes). Na lista já estão quase 200 textos.

Continue lendo

Artigos relacionados


 
Botão Voltar ao topo